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É um símbolo secular que representa a interligação e a interdependência de todas as coisas.
Encontrado nas mais diversas culturas:
Na cultura Celta (como um símbolo de proteção divina usado pelos reis);
Na cultura Hindu (no peito de Vishnu, uma das partes da Trindade Hindu, responsável pela proteção, manutenção e preservação da criação, “aquele que tudo penetra e impregna”).
No Budismo Tibetano aparece como um dos oito símbolos auspiciosos (Shrivatsa) representando eternidade e unidade; a intersecção entre a sabedoria e a compaixão; a perfeição do conhecimento.
Indica a continuidade como realidade subjacente à existência.
Toda essa existência é costurada pelo tempo e pelas mudanças. O caminho espiritual, a fluência do tempo e do movimento repousam serenamente dentro daquilo que é eterno, o Divino, Buddha, a mente de Deus.
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